PREÂMBULO

O idealismo da primeira Obra e o realismo da segunda, completam-se um ao outro. O controle das teorias em contato com a realidade. Os ritmos musicais da Obra. Na luta, ela resistiu, defendida pelo Alto. O problema da pobreza e da ri queza. Comparação deste vo lume com História de um Homem. O Evangelho vivido. A moral do livro. O significado da Obra
.

1 - O VOTO
A história. Considerações.
Confirmação na Sicília. Plano mais tarde realizado

2 - O SIGNIFICADO
Em vez de inútil miséria, voto de trabalho, de honestidade (justiça social). O Comunismo tenta corrigir as culpas so- ciais do Cristianismo. A virtude da Idade Média diferente das de hoje. Assim se evita apodrecer no bem-estar gratuito. O objetivo é uma vida mais alta do que a atual. As pectos positivos da renúncia. A riqueza é perigo quando nasce corrompida pelo furto. Luta pelo espírito, não pela matéria. Emersão evolutiva em direção a novas posições biológicas.

3 - POBREZA E EVANGELHO

A pobreza segundo o Evangelho. Como o Evangelho apresenta o problema econômico. O nosso personagem o possuía no seu instinto e destino. Personalidade já assim elaborada. A sua loucura era estar do lado de Cristo. O modelo.
Então, não se pode ser rico. Ter as mãos limpas para não sofrer as consequências Permanecer na ordem do Sistema (S). A essência do Cristo. Dualismo unitário do todo reproduzido na Obra despedaçada e una, fundida com a vida do autor.

4 - INCOMPREENSÃO E CONDENAÇÃO

Um imbecil a ser derrotado.
Opostos programas de vida.
A economia dos bens espiri- tuais e a sua oferta repudiada. Para que serve a pobreza fran- ciscana. A superioridade espiritual e a inferioridade mate- rial; cada um recebe segundo o mérito. O ciclo pobreza riqueza-pobreza. Como funciona a máquina política.

5 -
VIDA É UMA ESCOLA
Em que mundo se encontra o evoluído. As teorias da Obra na sua plicação. A escola da dor e a técnica das provas. Por que os maus têm sorte e os bons não?

6 - O PROBLEMA DA JUSTI
ÇA E OS EQUILÍBRIOS DA LEI
Compensações entre os dois pólos: alegria-dor. O ciclo riqueza-pobreza. A queda das aristocracias. A razão da escravidão das massas. A sabedoria
está no equilíbrio.

7 - SINAIS DOS TEMPOS
Fusão entre Democracia e Comunismo. Os pecados do século XIX. Transformações atuais. O trabalho dos jovens.Um novo estilo de vida e de métodos educativos. O Concílio Ecumênico e o respeito à consciência. A Obra antecipa os tempos. A Encíclica“Populorum Progressio”, de Paulo VI.

8 - INVESTIMENTOS NO
BANCO DE DEUS

A estrutura dupla de nosso mundo: Anti-Sistema (AS) passado e Sistema (S) futuro. Duplo tipo de economia: separatista ou unitário. O banco do mundo e o banco de Deus. Aplicações. A economia de nosso homem e a Divina Providência.

9 - A UNIVERSAL BIPOLA RIDADE DO SEXO NAS RELIGIÕES
O dualismo biológico básico: macho-fêmea, levado até ao conceito de Deus. Moisés e Cristo. As duas éticas. A cópia dos dois opostos. A bipolaridade Cristianismo- Comunismo (fêmea-macho) e os dois Evangelhos da Justiça Social. As suas funções complementares.
A visão completa, unindo as
duas metades: potência e amor.

10 - O IDEAL E O MUNDO
Depois da bipolaridade e com- plementaridade horizontal macho-fêmea, a vertical invol- uído-evoluído. O evoluído não ingênuo, mas esperto. O santo, lutador do ideal, e a resistência do mundo. A sua posição na Terra. A indústria do santo. Padre Pio de Pietralcima. O isolamento. A santidade é um fato individual e interior. Em que se transforma o ideal no mundo.

11 - A CRISE DA VELHA
MORAL

A moral religiosa e a moral biológica. Vamos abrir os olhos aos bons. Contradições. O atual desmoronamento da fé.
O ideal do homem comum: o bem-estar. A crise do Catoli- cismo. As vocações diminuídas. Reencontrar Cristo. A confissão, o pecado as imposições, a moral da convivência, as evasões, o sentido de responsabilidade. O pecado masculino, econômico, de caráter social. O pecado de tipo feminino, o sexo. A hipocrisia. O sexo-pecado e a castidade- virtude O processo de socialização e o critério social da nova moral. Moral no nível Moisés: força para domar; Cristo: bondade para civilizar; ciência: inteligência para auto-dirigir-se. A velha moral impositiva e obrigatória, mas irres- ponsável, e a nova, livre, poorém responsável. As consequências. A nova forma mental.
Os novos pecados. O significado de nossa crítica.

12 - O PROBLEMA RELIGIOSO. A OBRA PERANTE A IGREJA.
1) Autoridade e Liberdade -
O nosso personagem perante a Igreja. Apelar diretamente para Deus significa fugir à autoridade. Variedade coativa por autoridade e verdade livre por convicção. A autoridade, posição de domínio de um lado e de sujeição por outro. A obediência (S) unifica; a revolta (AS) divide. Autoridade, centro vital em favor dos dependentes, e autoridade, centro de desfrutamento próprio. Inimizade e revolta. A evolução da autoridade. A evolução está em harmonizar se. A liberdade do evoluído (S), espontânea coordenação na ordem; a liberdade do involuído (AS), revoltar-se contra a opressão. Enquanto houver injustiça em prejuízo de qualquer pessoa, haverá revolta. Autoridade-comando em favor dos súditos, a sua obediência no seu interesse próprio. Um novo estilo de vida no campo religioso e social.
2) A Condenação ao Índex -
O problema de consciência. Deverá o indivíduo, para obe- decer, renunciar a pensar? A condenação de 1939. Desaparecimento da Congregação do Santo Ofício. Dificuldade de estabelecer o diálogo. Um pecado que hoje não é mais pecado. As vantagens de haver desobedecido. A obra é aderente ao ideal cristão. Agora ela está escrita. O pas- sado se fecha.
3) A Crise da Fé - Envelhecem as religiões, permanecem a religiosidade. Não há mais heresias. Pacífica crise de morte. Um exemplo. Patrões
terrenos, administradores e colonos. Os seus métodos. A temporalidade da Igreja, o seu poder civil e o Estado. Impossível fugir à evolução.

13 - A OFERTA
Conferência: “A Nossa Simbó- lica Oferta ao Brasil e aos povos da América Latina”, em Brasília, março de 1966. Resume-se a história, o conteúdo, a finalidade da Obra. A sua entrega aos construtores, os herdeiros espirituais. A terceira idéia, cristã. A nova civilização do terceiro milênio Unificar. Universalidade. A Obra dirigida pelo Alto, o seu desenvolvimento. As mãos de Deus.

14 - A GÊNESE E O SIGNIFICADO DA OBRA
Mediunidade inspirativa, ativa e consciente. União pai-mãe, sistema centro-periférico, fusão de que nasceu o filho. Três elementos: 1) O centro irradiante, 2) O instrumento colaborador, 3) A Obra. Técnica de sua gênese. A arquitetura do fenômeno. A Obra está completa e terminada. Não admite acréscimo por via mediúnica. Fica: A Obra (+) o mundo (-). As resistências deste contra o ideal. A Obra é afirmativa, funciona como centro de elementos satélites.

15 - O CALVÁRIO DE UM IDEALISTA
Os malentendidos do mundo: andar à volta de um pseudo centro; a oferta entendida em sentido material e não espiritual, isto é, como cessão de propriedade e direitos de exploração econômica. Necessidade de uma disciplina que imponha a ordem, de um sistema defensivo da Obra, armado de normas reguladoras. A oferta foi espiritual, não comercial. O princípio de eliminar o dinheiro e respectivas arrecadações. O calvário do instrumento. É duro estar sempre a oferecer. Trabalhar para o templo de Deus e encontrar os comerciantes. Pobre Cristo! Por fim o espírito vence.

16 - MEU CASO PARAPSICOLÓGICO
O esquema estático de Assagioli: 1) Inconsciente inferior, 2) médio, 3) superior, e a nossa consciência dinâmica. 1) Involuído, 2) médio-normal, 3) evoluído. O fenômeno inspirativo ou intuição. A Ascese espiritual e a sublimação das energias. A hipótese mediúnica. Os três momentos do fenômeno inspirativo: 1) Como nasce a idéia, 2) Como se transmite, 3) Como se expressa e se fixa no plano racional. O aspecto de catarse do fenômeno, experiência no vértice no superconsciente. O significa do biológico do fenômeno e a filmagem da Obra. O futuro desenvolvimento mental da humanidade e a sua fase orgânica. O desajuste social do supernormal. A sua moral, o seu desabafo. O pensamen- to vence a morte. A nossa civilização extrovertida. Pensamento cerebral e pensamento intuitivo. A sobrevivência à morte, conforme o nível evolutivo, nos cérebros-centrados e nos psico-centrados. Minhas experiências senis.

17 - O ÚLTIMO ATO. O HOMEM PERANTE A MORTE
A sobrevivência segundo o Cristianismo. Como a ciência enfrenta o problema com o método analítico extrovertido. Crítica de Rhine. Como a nossa visão, com o método intuitivo, resolve o problema. Oscilação do pólo-espírito ao pólo-matéria. Possuímos só as nossas qualidades. O resto é apenas um instrumento de trabalho que se recebeu como empréstimo, e que tem de ser restituído. Paulatinamente se atinge o fim da vida. O homem perante a morte. Término a Obra. A cada um a sua responsabilidade. No fim se fazem as contas diante de Deus. A vida maior. A unificação. Cristo.

18 - LIBERTAÇÃO

NOTAS DE RODAPÉ

ÍNDICE REMISSIVO