Da Revista Constancia – Buenos Aires, ano LV, n° 2368, 3 de novembro de 1932.
Senhor Prof. Dr. Pietro Ubaldi.
Querido Ubaldi,
Pede-me você um julgamento sobre a “Mensagem do Perdão”.
Ei-lo em poucas palavras: “Estupendo! Contém passagens tão
sublimes em sua cósmica grandiosidade, que infundem quase uma sensação
de terror sagrado”.
Pergunta-me também se, pelo texto, será possível identificar
a Entidade comunicante. Parece-me que dela transparece claramente quem é
que se manifesta: “Deus, perdoa-os, não sabem o que fazem”
(...). “Por vós me deixaria crucificar outra vez”(...). “Não
queirais renovar-me as angústias do Getsemani” (...).
Infere-se que deve tratar-se nada menos que de Jesus Nazareno. E, do ponto de
vista da investigação