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Deste alto cume do Alverne contemplo a Terra adormecida lá em baixo, longínqua e vaga na névoa matinal, tão cheia de ânsias e de dores, e apesar disso aquecida e fecundada pela divina luz do sol. Tudo caminha e tudo fatalmente deve maturar-se na vida. O bem como o mal estão enquadrados no rítmo de sua transformação e eis-me aqui chegado, chegado aqui em cima, de onde contemplo a Terra, a história e a mim mesmo.
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